O Vozes Daqui de Parelheiros, junto com o Coletivo Encrespades, estará presente na COP30 para afirmar que as periferias não só vivem os impactos da crise climática, como também constroem soluções, narrativas e futuros possíveis. Das periferias de São Paulo para o mundo, seguimos fortalecendo a ideia de que a justiça climática precisa ser debatida com e a partir dos territórios. 💚🌍
Nossa participação integra uma programação diversa, que reúne educomunicação, arte, juventude e ocupação dos espaços públicos como ferramentas de transformação social e ambiental. Confira as atividades:
📅 11 de novembro | 10h às 12h
Educomunicação, Arte e Juventude: expressões para a justiça climática
📍 Belém – Casa das ONGs (Abong)
Um encontro entre IBEAC, UNIPOP, Viração Educomunicação e Coletivo Encrespades para a troca de experiências que fortalecem a expressão, a comunicação e o protagonismo das juventudes na agenda climática, conectando territórios, linguagens e lutas.
📅 13 de novembro | 10h às 12h
Visita guiada à exposição “Você já escutou a terra?”
📍 Belém – Museu do Estado do Pará
Uma vivência sensível que convida o público a escutar os territórios, os saberes e as urgências da terra em tempos de crise climática.
📅 13 de novembro | 14h às 16h
Amarelinha da Justiça Climática
📍 Belém – Museu do Estado do Pará
🗣️ Roda de conversa – 13 de novembro | 10h às 11h
Educomunicação, mídia e desinformação climática
📍 Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica
(EEEFM Mal. Cordeiro de Farias)
No dia 13/11, Gabriel Razo, coordenador de comunicação do IBEAC, participa da roda de conversa ao lado de Sandra Raquew dos Santos Azevedo, Evelyn Iris Leite Morales Conde e Fernanda Lazar. O encontro é um bate-papo aberto e acessível, no qual cada convidada e convidado compartilhou suas experiências e projetos em seus territórios.
Gabriel contribui trazendo vivências de Parelheiros — área de Mata Atlântica no extremo sul de São Paulo — e as ações do IBEAC nas frentes Ambiental e de Educomunicação.
🌍 Outras atividades durante a COP30
Amarelinha da Justiça Climática | Espaços diversos de Belém
A tradicional amarelinha ganha as ruas e se transforma em um jogo coletivo pela justiça climática. Cada casa representa uma luta contra as injustiças climáticas e o racismo ambiental, reunindo vozes, sonhos e passos de quem constrói o futuro agora.
Seguimos ocupando, comunicando e conectando territórios. Porque não existe justiça climática sem as periferias no centro do debate. 💥🌱
