Cada árvore que brota da terra é um ato de resistência, um gesto de esperança e um manifesto pela vida. Em Parelheiros, onde 60% da população é preta ou parda e 48% tem até 29 anos, regenerar a Mata Atlântica não é apenas plantar árvores. É plantar direitos, dignidade e futuro. É cuidar da floresta e, ao mesmo tempo, cuidar das juventudes periféricas que carregam no corpo e na história as marcas de um país que ainda precisa aprender a reconhecer e valorizar a vida.
Os mutirões da campanha “Contra o Racismo, Eu Planto” mostraram a força transformadora da ação coletiva. Cada mão na terra, cada muda colocada no solo, reafirma que a luta pelo meio ambiente é inseparável da luta antirracista e pela justiça climática. Regenerar a floresta é combater o racismo ambiental, é construir territórios onde a vida possa florescer em igualdade e solidariedade. 🌳
Esta não é apenas a marca de 10.639 árvores nativas da Mata Atlântica plantadas, é a materialização de um sonho coletivo. É o território se curando, é a esperança crescendo, é a resistência sendo semeada. É o gesto da comunidade dizendo: “nós existimos, nós resistimos e nós cuidamos da nossa Terra”.
🌿 Nossos agradecimentos especiais às instituições, coletivos, organizações e pessoas que sonharam junto!
- Times IBEAC e CPCD pelo entrega, engajamento e por sonhar junto
- Ashoka, Instituto Teko Porã, Instituto Ipê, Amadeus
- André Teixeira, Brenda da Silva, filha e filho (Escola Carandá)
- Ampara Animal e seu grupo de voluntários e voluntárias
- A Biblioteca Comunitária Solano Trindade
- A Casa Tombada, em nome de Giuliano Tierno e Ângela Castelo Branco
- Coletivo Fiandeiras — Diana Sales, Juliana Piauí e Márcia Licá
- Rede LiteraSampa de Bibliotecas
- Rede Beija-flor de Bibliotecas Comunitárias
- SESC CPF, SESC Santo André
- Cia Teatral Artemanha
- Encrespades
- APAs Bororé-Colônia e Capivari Monos
- UBS Vargem Grande, UBS Nova América, UBS Marsilac, UBS Embura, UBS Jd. São Norberto, UBS Santa Fé, UBS Dom Luciano
- CCA Silveira
- CJ Vargem Grande
- EMEF Des. Amorim Lima
- Grêmio da EE Profº Joaquim Alvares Cruz
- Cooperapas
- Cooperpac
- André Gravatá, Sra. Josefa Dantas e Sr. José Gravatá (pela escultura presenteada)
- Mafoane Odara, presidenta do IBEAC, e família
- Diretoras e diretores Bruna Elage e Gilberto Armentano Clark Reis
- Cristiana Xavier de Brito, Djalma Nando, Ellen Kathrin Pfeffer, José Castilho Marques Neto, Fernanda Andrade Pompeu, Valentin Conde Cruz, Ana Maria Wilheim (Conselheiras e conselheiros do IBEAC)
Valcléia Lima (Fundação Amazônia Sustentável – FAS) - José Adão de Oliveira (Movimento Negro Unificado – MNU)
- Embaixadoras/es Felipe Paiva, Regina Datti, Edith Chacon, Monica Fragoso, Thais Dols (embaixadores e embaixadoras)
- Márcia Licá, João Branco, Laura da Silva e Denise Carrera (Faculdade de Educação da USP)
- Paula Kusznir (doação de sementes e mudas nativas da Mata Atlântica)
- Renata Moura dos Santos e família (EMEI Parque Bologne – vencedora do Prêmio Educador Nota 10)
- Dona Vânia. pelos bolos doados que nos alimentaram durante os mutirões
- Nara da Silva (voluntária do CPCD)
- CJ Vargem Grande e CCA São Norberto — pela contribuição no plantio
- Todos os voluntários e voluntárias que fizeram esse dia acontecer
- Voluntários/as do Instituto Teko Porã
- Parelheiros News
- Periferia em Movimento (Vitori Jumapili)
- Alma Preta Jornalismo (Thayná Santana)
- Cia das Letras (Cristiane Rogerio)
- Agência Jovem de Notícias – Viração
- Educação e Território – Nataly Simões
- O Povo
- Voluntários do Banco Santander Vila Olímpia
- SABESP
Nossa gratidão a cada pessoa que dedicou tempo, energia, carinho e coragem para fazer este sonho acontecer. Juntos, transformamos o plantio em resistência, a floresta em força, e o futuro em possibilidade. 🌿✨
