Em 2026, o IBEAC celebra o encerramento de um ciclo importante e o início de um novo capítulo em sua trajetória institucional. Foram quatro anos de apoio e trabalho em rede, aprofundando a temática do monitoramento e avaliação participativa, em uma jornada proporcionada pela Imaginable Futures.
Ao longo desse período, estivemos ao lado de Ensina Brasil, Cidade Escola Aprendiz, Instituto Elos, CEERT e Ashoka Brasil, compondo uma comunidade de organizações comprometidas com mudanças sistêmicas. Juntos, mergulhamos em um processo intenso de formação, troca e experimentação. Para o IBEAC, essa experiência dialoga diretamente com a nossa essência: participação não é apenas uma metodologia, é um princípio que orienta nossa atuação em Parelheiros há 18 anos.
Foram anos de muito aprendizado. Aprendemos, criamos, pesquisamos, monitoramos, avaliamos — e também rimos e celebramos. O trabalho em comunidade de prática nos permitiu qualificar nossos processos internos, fortalecer parcerias e ampliar nossa capacidade de refletir criticamente sobre o impacto das nossas ações no território.
Como resultado concreto desse percurso, duas pesquisas internas ganharam forma. A primeira avaliou a atuação das mães mobilizadoras no território, reconhecendo seu papel fundamental na articulação comunitária e na promoção da cidadania participativa. A segunda, atualmente em curso, investiga como o IBEAC, ao longo dos últimos 18 anos, vem concretizando sua missão de promover a cidadania participativa em Parelheiros — um exercício profundo de análise, escuta e alinhamento institucional.
A Imaginable Futures teve um papel central nesse processo, provocando-nos a aprimorar nossos caminhos com liberdade, profundidade, respeito e visão de futuro. Registramos aqui nosso agradecimento especial a Nathalie Zogbi, Bruna Viana, Marina Apgar, Irene e Aline Rocha, que conduziram essa trajetória com sensibilidade e compromisso com o aprendizado coletivo.
Como desdobramento dessa rica caminhada, está nascendo a Comunidade de Prática em Monitoramento e Avaliação Participativa para Mudanças Sistêmicas (COMAPAS), reafirmando que o conhecimento construído em rede gera legado e continuidade.
Um ciclo se encerra, mas o movimento permanece. Seguimos, em rede, fortalecendo práticas participativas e transformando realidades em Parelheiros.
